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Programa de Vistos EB-5 estendido até 8 de Dezembro

posted Sep 13, 2017, 9:53 AM [ updated Sep 13, 2017, 10:07 AM ]

No dia 7 de Setembro de 2017, o congresso americano aprovou um acordo orçamentário que permitirá o financiamento do governo federal por mais três meses, até 8 de Dezembro.

O Programa de Vistos EB-5 para Investidores Estrangeiros, que permite o acesso direto ao Green Card sem restrições de trabalho, educação, idade ou quaisquer outras, foi estendido junto com diversos outros programas federais e gastos prioritários do governo americano, inclusive verbas para ajuda à recuperação dos danos causados pelos furacões Harvey e Irma. As discussões sobre uma possível reforma do Programa de Vistos EB-5, iniciadas há alguns anos, devem continuar, independentemente do novo prazo de extensão.

Entre as mudanças em discussão estão o aumento do valor mínimo de investimento, atualmente em US$ 500 mil, maiores incentivos para investimentos em áreas de menor atividade econômica, e maior supervisão dos agentes e instituições envolvidos por parte da SEC, Securities Exchange Commission.

O Programa de Vistos EB-5 dos Estados Unidos é um dos melhores programas de imigração por investimentos do mundo, proporcionando a residência permanente (Green Card) vitalícia para cidadãos de qualquer origem que invistam em empreendimentos que criem empregos no país, mesmo que não tenham participação ativa na gestão desses empreendimentos.

Os investidores também não precisam ter domínio do Inglês, formação específica, experiência ou perfil empreendedor, etc. Também não precisam morar na região do empreendimento, trabalhar, estudar ou se dedicar a nenhuma atividade em especial. E a residência permanente (Green Card) vitalícia é extensiva aos cônjuges e filhos solteiros menores de 21 anos no momento da aplicação para o visto.

Saiba tudo sobre o Programa de Vistos EB-5 clicando aqui.

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Investidores EB5 GREEN CARD CAPITAL

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Investimento estrangeiro nos EUA sobe 49% para um recorde de $153 Bilhões

posted Aug 24, 2017, 6:50 AM
By: Sabrina Orlov • InvestUSA360

Impulsionado por um aumento substancial no volume de dólares de vendas de compradores canadenses, o investimento estrangeiro em imóveis residenciais dos Estados Unidos subiu rapidamente para um novo nível, à medida que as transações cresceram em cada um dos cinco principais países onde os compradores se originaram.

Isso é de acordo com uma pesquisa anual de compras residenciais de compradores internacionais divulgada pela National Association of Realtors (NAR), que também revelou que quase metade de todas as vendas externas estavam em três estados: Flórida, Califórnia e Texas.

O Perfil de Atividade Internacional em Imóveis Residenciais dos EUA de 2017 da entidade revelou que, entre abril de 2016 e março de 2017, os compradores estrangeiros e os imigrantes recentes adquiriram US$ 153 bilhões em imóveis residenciais, que é um salto de 49% em relação a 2016 (US$ 102,6 bilhões) e supera 2015 (US$ 103,9 bilhões) como a nova alta. No total, 284.455 propriedades dos EUA foram compradas por compradores estrangeiros (32% acima de 2016), e as compras representaram 10% do volume de dólares das vendas de casas existentes (7% em 2016).

Enquanto a China ainda é o principal comprador de imóveis residenciais dos EUA, o Canadá representou o maior crescimento no ano passado, passando de US$ 8,9 bilhões em 2016 para US$ 19 bilhões em 2017. Principais informações do relatório:

  • Volume em dólares das vendas: US$ 153,0 bilhões – 49% acima de 2016 (US$ 102,6 bilhões); maior alta de todos os anos da pesquisa (desde 2009)
  • Total de transações: 284.455 – 32% acima de 2016 (208.947)
  • Principais países: China (US$ 31,7 bilhões); Canadá (US$ 19.0B); U.K. (US$ 9.5B); México (US$ 9.3B); Índia (US$ 7.8B) – Os cinco países tiveram aumentos em relação à pesquisa de 2016
  • Mediana do preço de venda: US$ 302.290; 9,0% acima de 2016 (US$ 277,389) – 28% acima da mediana de preço médio nacional dos EUA de US$ 277,389 – Aprox. 10% de todos os compradores pagaram mais de US$ 1 milhão; 44% pagaram todo o caixa (50% em 2016)
  • Principais estados: Flórida (22%), Califórnia (12%), Texas (12%), Nova Jersey e Arizona (4%)
  • Clientes Internacionais: 29% dos corretores trabalharam com clientes internacionais (31% em 2016) – Referências / contatos pessoais ou empresariais representaram 64% dos negócios de clientes internacionais

Leia o relatório completo, o comunicado de imprensa e o infogrráfico aqui.

 

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Remessa de dinheiro de brasileiros para os EUA mais que triplica

JOANA CUNHA – São paulo – 03/Aug/2017

A NOVA ONDA IMIGRATÓRIA DOS BRASILEIROS DESILUDIDOS COM A CENA POLÍTICA DE BRASÍLIA CONTRIBUIU PARA TRIPLICAR A QUANTIDADE DE DINHEIRO ENVIADA DO PAÍS PARA OS ESTADOS UNIDOS NESTE ANO.

 

 

O volume de recursos enviados por pessoas físicas do Brasil para pessoas físicas nos EUA cresceu 227% no primeiro semestre, para US$ 408 milhões, segundo o BC.

Uma parte desse movimento é explicado pelo novo movimento migratório de brasileiros para os EUA: com um perfil mais elitizado, em que os negócios no Brasil sustentam a vida americana.

Para Leonardo Freitas, sócio da Hayman Woodward, consultoria especializada em imigração e fluxo de dinheiro, parte dos brasileiros que emigram não tem fonte de renda nos EUA e precisa se manter até conseguir investir em um negócio com receita em dólar.

 

“O recurso que entra nos EUA vem de receitas de algum negócio ou empresa mantida no Brasil, aposentadoria ou investimentos. Os juros altos do país ainda atraem. Eles investem no Brasil e usam a boa remuneração ao capital para depois remeter parte do lucro aos EUA e bancar a temporada na América”, diz Freitas.

O Banco Central não detecta o uso que é feito deste recurso, mas informa que não corresponde a empréstimos, financiamentos, compra ou venda de bens ou serviços.

“Tradicionalmente, há um grande número de operações de baixo valor, e é provável que parte relevante dos recursos seja utilizada para consumo”, diz o órgão.

O empresário Fernando Mello, sócio do IMGroup, conta que, ao perceber a demanda, sua empresa passou a auxiliar a emigração de famílias brasileiras.

Segundo ele, o emigrante atual tem um perfil diferente do observado nas levas de brasileiros que partiram aos EUA nos anos 1980.

Se no passado os brasileiros iam em busca de dinheiro para enviar a familiares que aqui ficavam, hoje os recursos fazem caminho inverso.

“Agora são famílias com patrimônio, casais a partir de 40 anos, com um processo muito menos improvisado.”

 

Antes de deixarem o Brasil definitivamente, esses casais costumam enviar filhos adolescentes para estudar. Enquanto os pais não se mudam, os filhos são mantidos por meio das remessas.

 

Assim como os filhos, o patrimônio pode ser enviado antecipadamente para investimentos. O próprio Mello mandou os filhos para estudar fora antes de deixar o Brasil anos atrás.

O investimento em imóveis também pode ter impulsionado o volume, segundo Fernando Pavani, presidente da BeeCâmbio, especializada em remessas on-line.

“O brasileiro comprou ativos lá e isso gera despesa fixa, como o envio de dinheiro para um funcionário pagar conta de luz ou para o salário desse funcionário”, diz Pavani.

O Santander registrou a elevação das remessas segundo o diretor Luiz Masagão. “O aplicativo facilitou muito isso. Hoje, pode ser feito no celular: enviar dinheiro a um familiar, pagar despesa de imóvel, de médico, etc”.

 

REMESSAS

O crescimento não teve os EUA como destino exclusivo. As remessas pessoais do Brasil para o exterior em geral também cresceram, embora em menor intensidade: 74%.

A Bolívia foi o segundo maior destino, com 7% do total do dinheiro enviado para o exterior, ante 44% dos EUA.

As transferências pessoais seguem regras comuns de operações no mercado de câmbio. A entrega do dinheiro é feita no Brasil, em reais, e recebida lá fora em moeda estrangeira.

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Número de brasileiros que deixaram o País cresce 160% em 6 anos

Violência, crise política e insegurança econômica criaram um movimento imigratório brasileiro não só para morar, mas também para investir fora daqui.

De acordo com dados da Receita Federal, de 2011 a 2017 o número de brasileiros que entregaram declarações de saída definitiva do país tiveram um crescimento de 160%. O resultado é de quem migrou para o mundo inteiro, sem contar os que não declararam.

“Nos últimos 5 anos, vimos um crescimento de 400% nos pedidos de brasileiros que querem imigrar para os Estados Unidos. E o principal motivo é insegurança, tanto por violência, como por instabilidade política”, conta o advogado Carlos Colombo, especializado nas áreas de imigração e negócios internacionais.

Ele completa ainda que viajar com um visto de turista e estudante, e depois tentar ficar não é o caminho aconselhado. “A chance de recusa do visto definitivo é grande. Ainda mais neste momento, o governo americano pode entender que a pessoa já viajou com intenção de ficar, mas tentou burlar o sistema”.

O especialista no mercado Imobiliário Internacional, Luca Martins completa que, nos últimos 6 anos, o Brasil está permanentemente entre os 5 países que mais investiram nos Estados Unidos.

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